Enxoval no exterior: leitores contam como é a volta pela alfândega

Enxoval no exteriorSurgiu uma polêmica na caixa de comentários do post sobre limites e isenções de compras no exterior.

Muitos trips estão relatando uma mudança de atitude dos funcionários da alfândega com relação a enxovais de bebê. Há quem afirme que artigos de bebê não são considerados de uso pessoal quando o bebê ainda não nasceu. Outros afirmam que carrinhos de bebê estão fora da isenção. Ou que o fato de enxovais contarem com inúmeros artigos repetidos faria com que esses artigos fossem tributados de qualquer maneira.

Você que viajou recentemente para comprar enxoval de bebê nos Estados Unidos: conte pra gente como foi a sua passagem na alfândega.

Assine o Viaje na Viagem por emailVnV por email
Visite o VnV no FacebookViaje na Viagem
Siga o Ricardo Freire no Twitter@riqfreire
Siga o Viaje na Viagem no Twitter@viajenaviagem

Comentários

Stephanie
Responder

Obrigada pelo comentário! Bom saber que nem todos param

Marcelo
Responder

E as regras são claras, né Cristiano. Se o fiscal não for com sua cara, vai te levar o tanto que achar que você consegue pagar. Se for não te pede nada

Carolina
Responder

Estou embarcando em 15 dias, com a mesma proposta, enxoval simples e dentro da cota de 500 dólares por pessoa…. Entrei nesses comentários para saber se o ideal seria mesmo declarar tudo, já que trarei as notas fiscais e não haverá infração, seu relato me deixou muito mais tranquila!! Muito obrigada!

Tais
Responder

Bom gente! Como eu normalmente sigo à risca as recomendações aqui do VNV, vou contribuir com leu relato super atualizado.
Cheguei ontem de Nova York, em Guarulhos e de Latam. Fomos somente eu e meu marido fazer o enxoval do nosso bebê.
Compramos praticamente tudo pela Amazon (desde carrinho com bebê conforto, cadeirinha para carro, pomadas, roupas – quase a mesma lista do Hugo do post dos 90 itens de enxoval de bebê).
Nós passamos um pouquinho o valor limite (como compramos quase tudo em promoções, economizamos bem) – deu mais ou menos uns 600 dólares por pessoa, decidimos não arriscar: enfrentamos a alfândega na volta.
Como havíamos lido vários relatos de que os fiscais param gestante mesmo, fomos lá com a cara e a coragem. E deu tudo mais que certo!! A fiscal que nos atendeu foi super simpática, apenas perguntou se estávamos levando eletrônicos. Eu disse que havíamos comprado um esterilizador de mamadeiras, uma babá eletrônica e alguns brinquedos e que não sabia se isso era considerado de fato eletrônico (tirando a babá né). Ela disse apenas para passarmos nossas malas pelo raio-x e nos liberou sem sequer abrir as malas!
Gente, é lógico: fomos lá fazer o enxoval do nosso filho e ponto. Não inventem de trazer mil presentinhos e maid um monte de cacarecos. A tentação é enorme, mas o crime não compensa… Aa compras de coisas pra gente vão ficar pra próxima viagem!

    Vivian Ricciardi

    Ótimo relato! Obrigada por compartilhar!

Larita
Responder

Voltamos de Miami via Panamá com destino a Porto Alegre no dia 07/2/18, chegando na madrugada do dia 8 em POA, a 1:20 da manhã. Viajamos com o intuito de comprar o enxoval das nossas gêmeas e, claro, que isso implicou em gastos além da cota de 500 dólares por pessoa. Trouxemos tudo, carrinho duplo guarda-chuva, dois bebês confortos, roupas, lençóis, toalhas, mamadeiras, bicos e afins, produtos de higiene para os bebês e mamãe, brinquedos (muito pouco), algumas roupas de gestante, enfim… Durante toda a viagem eu controlei as notas fiscais, muitas coisas compramos pela Amazon, então imprimi as “invoices” diretamente no site. Separei as notas regentes às cotas de cada um e também, notas além da cota de itens que estávamos dispostos a declarar, caso achássemos que seria a melhor alternativa na chegada. Voo tranquilo, cheio, pegamos as malas rapidamente e ficamos por um tempo observando os fiscais. Deu para perceber que o perfil de passageiros variava bastante de poucas a muitas malas. Eu nunca havia passado pela aduana em Porto Alegre, e foi surpresa para mim ver que a saída da área de bagagens acontece por dois corredores distintos e relativamente longos, sendo que há um policial à postos na saída do “nada a declarar”. O policial estava observando a movimentação e abordava com frequência pessoas perguntando se estavam sozinhas, qual o número de malas, e sinalizava aleatoriamente para algumas retornarem ao raio x e serem fiscalizadas. Nós com 4 malas grandes, duas de mão, mais duas mochilas ficamos com receio é optamos pelo nosso plano B que era apresentar as notas e declarar os itens selecionados. Destes itens ficaram de fora algumas notas mais pesadas de roupinhas, pois já que são dois bebês, tínhamos um volume relativamente grande em roupas e fiquei com receio. Apresentamos notas que totalizavam $610 dólares para um e $598 para o outro, um excesso para o casal em torno de $200 dólares. Nessa hora esquecemos todas as dicas e “macetes”, não disfarcei a barriga, não entramos separados, tomamos coragem, enchemos o peito de humildade e fomos tratados extremamente bem pela senhora que nos atendeu. Ela perguntou o que tínhamos nas notas, expliquei ué estávamos voltando com o enxoval das nossas gêmeas, com os itens que listei acima, que havíamos ultrapassado a cota e que queríamos declarar. Enquanto isso, os outros fiscais estavam pegando pesado com algumas pessoas que haviam sido selecionados para voltar ao raio x, havia uma moça lá emcrencada por causa de um notebook. Nossa fiscal pegou todas as notas e uma calculadora, pediu o meu auxílio para explicar o que eram alguns itens que ela não entendia e, a única pergunta foi: estão trazendo eletrônicos? Falei que tínhamos a babá e um esterilizador de mamadeiras, não sabia se era desses eletrônicos que ela estava falando. Ela confirmou o valor que eu havia falado sobre as notas e saiu para conversar com outro colega. Na volta nos entregou todas as notas, passou nossas malas no raio x, questionando uma ou outra coisa e nos liberou sem o pagamento do imposto sobre o valor excedente, nem sequer abriram as malas. Essa aventura deve ter levado uns 40 minutos no total e achei o saldo super positivo! Espero que esse relato ajude, tínhamos pesquisado bastante sobre esse assunto na internet e não havíamos achado relatos muito recentes!

Ana
Responder

Marcio,, sinto muito te dizer, aqui nos EUA jamais aconteceria isso,, americanos são muito educadossss,, cansei de receber ajuda pra subir, ou descer escada de 15 , 20, degraus, com minha filha no carrinho de bebê,,, e isso sem sequer pedir, ajuda, eles se oferecem. E se vc não prestou atenção,, ela está se referindo a alfândega do Brasil….

Raphaela Freitas
Responder

Voltei semana passada da Europa, não fui fazer enxoval mas resolvi contar aqui sobre minha passagem pela alfândega, vim por Guarulhos, estávamos eu e meu marido, cada um com uma mala, além de uma de bordo e uma mochila. Nosso voo vinha de Madri e compramos algumas coisas no free Shop de lá (estávamos com 4 sacolas, se não me engano) na fila do “nada a declarar” a fiscal chamou o rapaz q estava sozinho a nossa frente e a pessoa q vinha logo atrás, não lembro se ela estava acompanhada ou se estava sozinha, mas sei que estava com mais malas.
Acho que a questão das sacolas do DF ajudam sim mas claro se vc tbm não estiver cheio de bagagens.

Márcia
Responder

Passei ontem pela Alfândega do Aeroporto Tom Jobim no Rio de Janeiro e quando você opta pelo “Nada a Declarar”, já é encaminhado automaticamente para as máquinas de Raio X. Tem que passar tudo pelo Raio X. Até a bolsa pequena que você esteja carregando com documento, cartões, etc… Não tem mais jeito, pelo menos no Rio de Janeiro. Estava vindo da Espanha, não trouxe praticamente nada , então não tive problemas.

    DANIEL BAPTISTA

    Aqui em Fortaleza – CE também quem for para o Nada a Declarar tem que passar pelo raio-x

Atenção: Os comentários são moderados. Relatos e opiniões serão publicados se aprovados. Perguntas serão selecionadas para publicação e resposta. Entenda os critérios clicando aqui.

Assine a newsletter
e imprima o conteúdo

Serviço gratuito